terça-feira, 27 de março de 2012

Nobre Senado e Capítulo da Primavera

Decorreu no passado dia 23 de Março de 2012, no Hotel Palácio dos Melos, em Viseu, a sessão do Nobre Senado, seguida do Capítulo de Primavera.
O programa teve início pelas 17h com uma visita guiada e explicativa a algumas espécies raras existentes na Mata do Fontelo. Para este momento foi convidado o Professor Doutor Pedro Ribeiro, licenciado e doutorado em Biologia e docente nas Escolas Secundária de Viriato e Superior de Educação de Viseu (como professor adjunto convidado).


Aqui fica o registo fotográfico desse evento.




Lição de Sapiência na Mata do Fontelo





Nobre Senado





Capítulo da Primavera











Ementa/Programa da Sessão do Nobre Senado e Capítulo da Primavera


Confraria na Murtosa e em Almeida

Na Murtosa

A Confraria Gastronómica “O Moliceiro”, sediada no Concelho da Murtosa, promoveu, no passado dia 17 de Março, o XV Festival Gastronómico da Lampreia da Ria. O evento teve lugar na sede da Associação dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro. O programa teve início às 12h00 com o serviço de um “Vinho Fino d'Honra”, seguido do almoço com a preparação regional da Lampreia. Por volta das 15h00 houve passeio pela Ria em Barco Moliceiro e bicicleta.
A representar a Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco" estiveram o Almoxarife, prof. José Ernesto P. Silva e o Confrade José Luís Araújo.
Aqui fica o registo desse evento.






Em Almeida


A Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco" fez-se representar, no passado dia 10 de Março de 2012, em Almeida, no IV Capítulo da Confraria dos Aromas e Sabores Raianos.Estiveram presentes as Confreiras Venceslina e sua filha Patrícia Santos.
Aqui fica o registo desse momento.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Sessão do Nobre Senado



Data: Viseu, 01 de Março de 2012


Assunto: NOBRE SENADO e CAPÍTULO DE PRIMAVERA.

Data: 23 de Março, Sexta-Feira

Local: Hotel “Palácio dos Melos”
Rua Chão do Mestre, 4 – Viseu (Largo Pintor Gata)


Caros Confrades,

Gostaríamos de dar as boas vindas à chegada da Primavera, na vossa companhia.
Seria um bom momento para confraternizarmos.

Propomos-lhe uma agradável visita ao Parque do Fontelo, que será conduzida pelo Professor Doutor Pedro Ribeiro, biólogo, docente da Escola Secundária Viriato e do Instituto Politécnico de Viseu.

Após esta visita, e dando cumprimento ao plano de actividades, o jantar será precedido da Sessão do Nobre Senado.

Contamos com a presença de todos os confrades, desafiando-os não só a ver com outros olhos o espaço ao ar livre como também o Nobre Palácio dos Melos.

HORARIOS
17,00H : VISITA AO FONTELO - LUGAR DE ENCONTRO: portão principal.
18,30H: SESSÃO DO NOBRE SENADO
20,00H: JANTAR
EMENTA DE QUARESMA
Para começar:
Entradas regionais variadas,
Seguidas de:
Sopa
Bacalhau Lascado com Batata a Murro e Salteado de Couve e Broa
Sobremesa:
Maçã Assada com Gelado de Camela
Fruta Variada
Bebidas:
Águas, vinho branco e tinto da Região do Dão e café
NOTA: Se não gostar do prato principal, poderá escolher a ementa da lista.


Custo de participação: 20,00 €
Inscrições até ao dia 19 de Março para:
Confraria de Saberes e Sabores da Beira Grão Vasco – Av. Calouste Gulbenkian, 22, r/ch, 3510-055
Marina Barreiros – 965887580; Venceslina 966938181; Maria dos Anjos 962449344
confraria.graovasco@sapo.pt
Saudações Beirãs
O Almoxarife


……………………………………….
(José Ernesto Pereira da Silva)

Para pagamento de quotas NIB 003509300014189203018 (dando sempre conhecimento da transacção à Confraria).

Veja o nosso Blog: graovascoconfraria.blogspot.com

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ecos do Brasil

O Almoxarife da Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco", professor José Ernesto P. Silva, esteve recentemente na Casa de Viseu do Rio de Janeiro para a tomada de posse da nova Diretoria, desta instituição, para o triénio de 2012/2014.
Sob a presidência do Dr. Flávio Alves Martins, a nova diretoria conta com o Almoxarife da Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco", no cargo de Diretor de Relações Públicas. A cerimónia decorreu na sede social da Casa de Viseu do Rio de Janeiro, na Vila da Penha, no passado dia 12 de Fevereiro de 2012.
A apresentação da nova diretoria aos sócios coincidiu com a tradicional festa das vindimas celebrada, anualmente, por esta instituição beirã em terras de Vera Cruz.

Registo fotográfico


Prof. José Ernesto P. Silva, no uso da palavra. Junto dele, entre outros, encontra-se o atual Presidente da Casa de Viseu do Rio de
Janeiro, Dr. Flávio Alves Martins, trajado à moda da beira, o 1.º
Vice Presidente da Casa de Viseu, Sr. Alcídio Augusto Tomé Morgado e o 2º
Vice-Presidente, Sr. Raul Matos Vale. Em plano de fundo, o Rancho Folclórico da Casa de Viseu do Rio de Janeiro, com o Sr. António Cardão, Presidente de Conselho Geral e um dos grandes impulsionadores desta colectividade em Terras de Vera Cruz.



O Presidente da Casa de Viseu no uso da palavra, ladeado pelos novos elementos diretivos e alguns amigos. Em plano de fundo, o Rancho Folclórico da Casa de Viseu do Rio de Janeiro.


O evento foi notícia de jornais aquém e além mar.
Aqui fica o registo desses momentos.












sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Em tempo de Carnaval um Pouco de Tradição

Máscara Tradicional de Lazarim

O Carnaval na Literatura Oral


É Carnaval, ninguém leva a mal.
Não há Entrudo sem lua nova nem Páscoa sem lua cheia.
Quer no começo quer no fundo, em Fevereiro vem o Entrudo.
Entrudo borralheiro, Natal em casa, Páscoa na praça.
Namoro de Carnaval, não chega ao Natal.
Carnaval na eira, Páscoa à lareira.
Esta vida são dois dias e o Carnaval são três.
Alegria, Entrudo, que amanhã será cinza.
Dos Santos ao Natal, cada dia mais mal; do Natal ao Entrudo, come-se capital e tudo.
Farta-te gato, que é dia de Entrudo.
Pelo Natal semeia o teu alhal, e se o quiseres cabeçudo, semeia-o pelo entrudo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

TRADIÇÕES DE JANEIRO

Santos Mártires de Marrocos


O mês de Janeiro no Folclore

“O mês de Janeiro começa na segunda fase folclórica do Ciclo do Natal, que vai de 1 – o Ano Bom ou Ano Novo, com as Janeiradas ou Janeiras, que se cantam, que se dão e que se recebem, e chega aos Reis no dia 6. Esta fase continua com unidade e sequência a que principia na véspera de Natal, com a Consoada e a Missa do Galo, o Cepo ou Madeiro a arder no adro da igreja ou na lareira da casa familiar.
Passa o período exaustivo das boas-festas e das consoadas, repetidas no Natal, no Ano Bom (ignobilmente mascaradas no antipático “reveillon”, que não é mais que deturpação da bem portuguesa “consoada”), e nos Reis; passam os coros populares, com adultos ou crianças a formá-los, restos hoje incompreendidos de manifestações de solidariedade e confraternização entre os habitantes do mesmo lugar. Passam também as representações sugestivas, de carácter litúrgico, por formas e agentes populares, dos autos do Natal, pastoradas, reisadas, etc.
Começa o ano com todas as suas solenizações periódicas e os trabalhos continuados. E a folhinha folclórica do ano se guê o seu soletrar diário.
A 10, celebra-se em Amarante a “festa pequena” de S. Gonçalo, a que se ligam provas manifestas de antigos cultos. A 15, cabe a vez a Santo Amaro, a quem tantas mãos, tantos pés, braços e muletas, carrinhos, se oferecem ex votos, – os membros, feitos de materiais variados, da cera à prata, os instrumentos de locomoção artificial, esses como são. Ali os deixam nas capelas do Santo aqueles que lhe pediram socorro nas aflições e nas desgraças da vida.
A 16, vêm os “Gloriosos Santos Mártires de Marrocos”. Coimbra os tomou por protectores seus, e venera-lhes os despojos e a memória na igreja de Santa Cruz. A 17, Santo Antão, protector dos gados. A 20, S. Sebastião, advogado contra a peste, a fome e a guerra, que foi venerado em todas as praças de guerra. Em Arcos de Valdevez, na noite de 19 para 20, é de tradição acenderem fogueiras nos cabeços, em redor da vila. Na Feira realiza-se a “festa das fogaceiras”, vestígio de antigo culto oficial ali prestado, pelas autoridades do concelho, ao Santo que o livrou de crise da peste; o cortejo das fogaceiras é formado de raparigas vestidas de branco, imposição de ritual, que a tradição mantém. A 22, tem a festa S. Vicente, conservada na liturgia católica em Lisboa, de que é patrono, e no Algarve, donde a lenda cristã e portuguesa o traz para Lisboa. Na capital, os corvos chamam-se vicentes na locução popular, e aparecem nas armas brasonais da Cidade, espalhadas pela Cidade.”


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Chaves, Luís, Rubrica: “Nos Domínios da Etnografia e do Folclore”, In, Revista Ocidente, Vol. VIII, N.º 21, 1940

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Confraria na RTP1

Registo da passagem da Confraria de Saberes e Sabores da Beira, "Grão Vasco" por mais um programa televisivo.O programa, tal como se pode ver na última notícia publicada no blog, teve lugar na quinta do PRUVOR no passado dia 17 de Dezembro de 2011.