domingo, 29 de novembro de 2009

INFORMAÇÕES



PAGAMENTO DE QUOTAS

Estão a pagamento as quotas relativas ao ano 2009.
De acordo com o estabelecido nos Estatutos da Confraria “Grão Vasco”, cada Confrade compromete-se a pagar uma quota anual, que constitui a única receita própria da Confraria, implicando o não pagamento da referida quota a suspensão da participação na actividade confrádica.
A constatação de que um número significativo de Confrades não tem a sua situação regularizada leva-nos a fazer um apelo para a necessidade de actualizarem a sua situação confrádica.
Valor da quota anual: 25€

CAPÍTULO GERAL DE ENTRONIZAÇÃO

Comunicamos a todos os Confrades que, no âmbito da parceria estabelecida entre a Confraria de Saberes e Sabores da Beira “Grão Vasco” e a Casa do Distrito de Viseu no Rio de Janeiro, o próximo Capítulo de Entronização irá decorrer em terras de Vera Cruz (no Rio de Janeiro), no dia 7 de Março de 2010.
Dada a solenidade do evento e as condições excepcionais em que o mesmo se irá desenvolver, gostaríamos de contar a presença dos Confrades que, nesta data, tenham disponibilidade para viajar até ao Brasil.
Oportunamente divulgaremos os pormenores do evento (programa, preços e outras informações).

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE – NATAL

Pelo terceiro ano consecutivo vamos dinamizar a Campanha de Natal. Para que possamos concretizar esta iniciativa e, se possível, alargar a sua dimensão contamos com a participação dos nossos Confrades que, estando interessados em colaborar, poderão entregar na sede da Confraria o seu donativo (bens alimentares, dinheiro, roupa, brinquedos, …).
Em 2007 entregámos 10 Cabazes de Natal; em 2008, 12. Quantos serão em 2009?
Colabore.
A Direcção


quinta-feira, 6 de agosto de 2009


AGOSTO NO RIFONEIRO POPULAR

Pela Senhora de Agosto, às 7 é sol-posto
Pelo S. Lourenço vai à vinha e enche o lenço
Por Santa Maria de Agosto repasta a vaca um pouco
Por Santa Maria vai ver tua vinha e qual a achares tal a vindima
Primeiro dia de Agosto, primeiro dia de Inverno
Quando chover em Agosto não metas teu dinheiro em mosto
Quem em Agosto ara, riqueza prepara
Quem não debulha em Agosto, debulha contra seu gosto
Em Agosto secam os montes e em Setembro secam as fontes
Em Agosto toda a fruta tem seu gosto
Lá vem Agosto com os seus Santos ao pescoço
Não é bom o mosto colhido em Agosto
Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear
Pela Senhora de Agosto, às 7 é sol-posto

A FESTA DE AGOSTO

Uma vez apenas em cada ano. No tempo quente do Verão. Agosto.
De longe, de muito longe, no tempo; de perto e de longe, no espaço, rapazes e raparigas, novos, velhos e criançada não pensavam noutra coisa.
Que magia… Era a festa de Agosto. A festa da Senhora. De estalo!
De manhã, na igreja, agora restaurada pelo brasileiro – que também construiu a escola nova para substituir o velho pardieiro – três padres, não contando o pregador, davam a maior importância às solenidades.
À hora do sermão, não bulia uma mosca. Que bem falava o velho padre António! Aquilo, sim. O seu vozeirão subia e descia como mandava a circunstância, desde o tom altissonante do trovão ao cantar das águas cristalinas do ribeiro saltando de pedra em pedra. No fim, todos – orador e ouvintes – puxavam do tabaqueiro ou da ponta do avental; ele, para limpar o suor da calva monumental; os outros para afagar uma lágrima, condição indispensável para o nome do pregador ser respeitosamente repetido e desejado nos sermões das redondezas.
Depois, a procissão. Todos os santinhos, nos seus andores florescidos, vinham à rua para a volta grande, a volta solene das festas de Agosto – pela botica, rua do pelourinho, capela do Santo Cristo, para, de novo, tudo aos seus lugares.
E os pendões. E os anjinhos. E a multidão; cantando uns; rezando outros; agradecendo muitos as graças recebidas; pedindo ajuda para os seus problemas, quase todos.
Retornando à Igreja, quem o não fez antes da Missa, ia agora pagar as promessas e receber a estampa da Senhora.
À tarde e, depois, pela noite fora, a alegria redobrava. No adro. E, um pouco mais além, no carvalhedo – local de sombras maravilhosas e recantos delicados. Para a dança. Para a comezaina. Para o amor.
Chegada a hora, os foguetes alinhavam-se ao longo da ponte, como soldados na parada em Dia de Regimento. Os fogueteiros – dois – iam desafiar-se nos ares. Qual deles apresentaria fogo mais rijo?
— “Este ano, ganhou o de Ferreiroz.”
— “Ah fogueteiro de uma cana!”
Era assim, no passado, um passado longínquo, a festa de Agosto, a festa do dia 5, a Festa da Senhora.

A. Lopes Pires

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Capítulo de Verão e Dia Nacional do Vinho Julho de 2009

Fruto da boa relação entre a Confraria e a UDACA, foi no espaço desta instituição que decorreu a atividade que assinalou o Capitulo de Verão e o Dia Nacional do Vinho. Por ser Verão, o evento foi assinalado num sábado à tarde, com uma conferência proferida pelo Sr. Eng. Carlos Silva “A Região Demarcada do Dão”, uma prova de vinhos do Dão sobre a orientação do referido enólogo, seguido de um jantar cuja ementa fazem parte sardinhas assada, febras e entrecosto grelhado com batata cozida à racha e caldo verde, a sobremesa foi fruta da época e queijo da Serra, a refeição foi servida pelo Sr. João de S. Gemil e a direção da UDACA ofereceu os vinhos.









sexta-feira, 1 de maio de 2009

BEIRÕES DE MÉRITO 2009

Em 24 de Abril de 2009 Aniversário da Confraria e Reunião do Novo Senado
Capitulo da Primavera e entrega de Beirões de Mérito na Quinta do Pruvor - Fail
Foram distinguidas neste ato as seguintes personalidades
-Mérito Desportivo - Fernando Ferreira e Filinto Ferreira
-Mérito Carreira a Titulo Póstumo - Dr. Fernando Amaral Ex. Presidente da Assembleia da Republica
-Mérito Artistico - Pedro Albuquerque grande artista da cidade de Viseu
-Mérito Carreira - Lopes da Rosa, rádio Caramulo
-Mérito Confrádico - José Ernesto Pereira da Silva